Fiteira
À esquerda está o monte do que tenho para triturar e à direita o cão Pixel, o destruidor.

Não tenho escrito, porque começa a parecer-me mais do mesmo — independentemente de querer tomar nota de várias coisas. Nunca mais comprei plantas, se bem que tenho reproduzido algumas para substituir as que os cães e gatos estragam. Com os cães em particular, enquanto cá andaram, não consigo fazer muito melhor do que tenho… nove anos e não desistem de arruinar tudo. Há um que parece querer descansar…
Veio a chuva e com ela as ervas. Julgava sinceramente que as tinha mais dominadas no quintal, mas não. É um campo de batalha.
Parece que vou ter de remover a fiteira porque há reclamações nas traseiras, como habitualmente as árvores só fazem mal e esta suja o telhado e entope a caleira das garagens… Podia apenas cortar a copa a direito até ao limite da minha propriedade, mas farto de problemas ando eu e ficaria francamente mal… Por outro lado, o meu avô plantou como utilitária, para dar fitas para amarrar as plantas e agora, está tão alta, que já não serve para tal coisa.
Independentemente, hoje esteve um dia muito bonito, previsivelmente arranquei dois baldes de ervas e podei metade dos limoeiros — o mesmo problema, com as garagens, mas estava na altura. Nem foi tarde, nem foi cedo.