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Viburnum opulus 'Roseum'
Viburnum opulus ‘Roseum’.

As flores brancas nunca se deram muito bem com a chuva, mas de uma forma ou de outra, estou sem qualquer confiança nestes Viburnum.

Depois da chuva, os Viburnum opulus ‘Roseum’ animaram um bocadinho. Falta de água? Hoje reguei-os copiosamente. A ver vamos.

Viburnum opulus ‘Roseum’
Viburnum opulus ‘Roseum’, desanimado por algum motivo.

Amarrei finalmente as favas e cortei as pontas que já estão cheias de detestados afídios. Arranquei ervas.
No Jardim Branco cortei a maior parte das flores esgotadas dos narcisos ‘Thalia’. Reparei que nasceu um Allium ‘Mount everest’ dos que plantei em 2018.
Os Viburnum opulus ‘Roseum’ estão completamente desanimados. Este Jardim Branco é um cemitério de plantas, mas isto é um exagero. Fui ao quintal ver como estava um que a minha vizinha comprou e plantou ao mesmo tempo, está igual. Não percebo.

Previsivelmente no Jardim Branco, plantei os três Viburnum opulus ‘Roseum’ e três Sutera cordata perto da Magnolia stellata ‘Royal star’ (que está verdadeiramente magnífica). Depois plantei a nova Clematis ‘Madame Le Coultre’ que vou passar a chamar ‘Madame Boisselot’, exactamente no mesmo local onde não tive sucesso com a primeira. Usei imenso composto em todas as plantas.
Por falar em Magnólia… a Magnolia sieboldii já mostrou as suas habituais duas flores… tanto esta como a Magnolia wilsonii ainda não “agarraram”.

Nandina domestica 'Lemon lime'
Nandina domestica ‘Lemon lime’.

Dei um salto ao Flor do Norte, principalmente para comprar perlite e substrato de sementeiras da Siro. Não havia perlite, comprei três sacos de vermiculite. Acabei por comprar também:

  • 2x Viburnum opulus ‘Roseum’ (que apesar do nome, são para o Jardim Branco)
  • Salvia (que agora não sei qual é, acabou por vir sem etiqueta, diz Salvia V., talvez seja Salvia viridis)

As Salvas são umas plantas que cada vez gosto mais, são bonitas, cheiram bem e são bastante resistentes. Uma que gostava de ter porque vejo frequentemente nos programas e livros britânicos é a ‘Amistad’ — super-bonita.
Entretanto, resolvi que precisava de mais um Viburnum. E voltei lá. Mal cheguei, localizei um num carrinho, a caminho da caixa. Achei logo mau sinal e foi mesmo, era o último.
Já havia perlite, comprei três sacos e mais duas Salvas iguais à anterior. E também uma Salvia microphylla.
Como fiquei desapontado, resolvi ir dali à Jardiland porque tinha visto umas plantas brancas de cobertura do solo e também fiquei com medo que acabassem. Por sorte estavam lá uns Viburnum exactamente iguais, então:

  • 3x Bacopa, suponho que Sutera cordata
  • Clematis ‘Madame Le Coultre’ (agora descubro que é sinónimo da ‘Madame Boisselot’ que já tive vinda da Burncoose e com fraco resultado, mas não há dúvida que sou coerente naquilo que gosto)
  • 2x Viburnum opulus ‘Roseum’

E ainda quatro tabuleiros para sementeiras, para substituir os que se escacaram com a ventania há uns dois anos.
É impossível não reparar na diferença abissal nos preços. Eu já nem digo comparar um Maracujá que comprei o ano passado por 19,95€ na Jardiland, contra o preço habitual de Maracujás no Flor do Norte a 4,95€. Mas, por exemplo a perlite custou-me 2,80€, exactamente a mesma, na Jardiland custa 3,99€. Não sei se parece pouco, são quase mais 45%. E o Viburnum exactamente igual, com a mesma etiqueta? Custou-me 10,90€ no Flor do Norte e 16,00€ na Jardiland, ou seja, praticamente 50% a mais. É de se ficar pasmado. Mas é tudo relativo, a Clematis ‘Madame Le Coultre’ custou 12,99€ que considero razoável, na Burncoose custa 14,50£ e certamente muito mais do que isso para ser enviada (o tal brexit praticamente acabou com a compra de plantas no Reino Unido, porque a demora com fronteiras e alfândegas é fatal).