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Publicado em 28 de Maio de 2022

(…) the scientist told the assembled that “the feeling of co-creatureliness with all things alive should enter our Consciousness more fully and counterbalance the materialistic and nonsensical technological developments in order to enable us to return to the roses, to the flowers, to nature, where we belong.”

—Michael Pollan (How to Change Your Mind)

Publicado em 27 de Maio de 2022

Excremento de Ouriço-cacheiro

Ontem foi um dia espectacular para transplantar as frágeis plântulas das sementeiras. Hoje o termómetro marcou 37ºC, morreu quase tudo. Agora vai baixar a temperatura, amanhã vou transplantar uma segunda dose. Na próxima tenho de me lembrar de consultar o tempo. Hoje foi só regar e pouco mais.
A fotografia é um pouco estranha, ou talvez não, considerando a disposição do hortelão. Se virem estes excrementos, sabem que têm um Ouriço-cacheiro.

Publicado em 26 de Maio de 2022

Larva de Joaninha

Larva de joaninha numa Madressilva arbustiva ‘Winter beauty’.

Arranquei mais ervas, transplantei duas filheiras de alface que me parecem mesmo frágeis. Também transplantei as Alcea rosea ‘Nigra’ que germinaram. E por fim, as Ervilhas-de-cheiro ‘Royal family white’.
A Fuchsia ‘Blue Sarah’ (julgo que será esta) transplantei para um vaso grande.

Publicado em 25 de Maio de 2022

Canteiro Canteiro Canteiro

No canteiro de onde removi o último Acer palmatum ‘Sango-kaku’, plantei uma série de coisas, todas reproduzidas por cá (não comprei nada). Três Guarda-do-cardeal, Pachystachys spicata, uma Ameixoeira-do-cabo, Carissa macrocarpa e quatro Hemerocallis ‘Autumn red’. Também uma outra que não me lembro do nome e que tem uma seiva amarela ou cor-de-laranja, se partir um raminho. Por fim, mais “uma dose” de Bidens ferulifolia que transplantei do quintal e tem uma taxa de mortalidade assinalável, mas gosto imenso como cobertura do solo e está literalmente florida todo ano.
No fim, coloquei uma rede que fica verdadeiramente horrível, para evitar que os cães arruinem as novas plantas e também que estraguem os teixos ao passar para o quintal (e depois no quintal, que arruinem tudo). Enfim, jardim, ou cães é o meu lema e como estes nunca tive, nem conheço ninguém que tenha.