Etiqueta: bidens ferulifolia

Quintal

O quintal está assim… Em primeiro plano, Camomila-dos-alemães, Matricaria recutita, que nasce espontaneamente aos montes (deixo sempre formar sementes).
Ao fundo, as flores amarelas são Bidens ferulifolia que basicamente adoptaram aquele lugar e recusam a mover-se dali. Plantei-as inicialmente no Jardim do Lago e era lá que as queria, não há hipótese — mas o extraordinário é que foram para este lugar por vontade própria. Tenho esperança que se dêem no terraço, aqui era suposto ter vegetais e legumes.

Canteiro

Canteiro

Canteiro

No canteiro de onde removi o último Acer palmatum ‘Sango-kaku’, plantei uma série de coisas, todas reproduzidas por cá (não comprei nada). Três Guarda-do-cardeal, Pachystachys spicata, uma Ameixoeira-do-cabo, Carissa macrocarpa e quatro Hemerocallis ‘Autumn red’. Também uma outra que não me lembro do nome e que tem uma seiva amarela ou cor-de-laranja, se partir um raminho. Por fim, mais “uma dose” de Bidens ferulifolia que transplantei do quintal e tem uma taxa de mortalidade assinalável, mas gosto imenso como cobertura do solo e está literalmente florida todo ano.
No fim, coloquei uma rede que fica verdadeiramente horrível, para evitar que os cães arruinem as novas plantas e também que estraguem os teixos ao passar para o quintal (e depois no quintal, que arruinem tudo). Enfim, jardim, ou cães é o meu lema e como estes nunca tive, nem conheço ninguém que tenha.

Chapim-carvoeiro
Hoje vi nas roseiras do jardim branco aquilo que me pareceu um Chapim-carvoeiro, Periparus ater. Depois apareceu outro e ambos devoraram afídios. Nunca tinha visto este pássaro no jardim (estão os dois nesta foto do iPhone).
Plantei mais duas fileiras de cebolas brancas, ainda da saqueta do Lidl. Também transplantei alguns pés de Bidens ferulifolia do quintal para o Jardim do Lago. Estou sempre a tentar, gostava que se estabelecessem, mas não é fácil. Foram para o quintal espontâneamente e espalham-se imenso, mas onde eu quero não. Ainda amarrei a roseira ‘Étoile de hollande’ que já está a florir. E coloquei uma rede para impedir que os cães arruinem a sebe de Teixo e passem para o quintal (coisa que andei a evitar durante anos, mas estes cães consomem-me a paciência).
De resto foi arrancar ervas e revirar mais uma parte do composto do primeiro compostor para o terceiro.

Nandina domestica 'Lemon lime'

Nandina domestica 'Lemon lime'

Nandina domestica 'Lemon lime'
No vaso, Pieris japonica ‘Flaming silver’.

Planeei arrancar umas ervas durante uma hora e no máximo incorporar algum composto neste canteiro, mas depois resolvi transplantar uma Nandina domestica ‘Lemon lime’ já bastante grande. Não gosto mesmo nada de transplantes e as plantas ainda menos, mas a verdade é que acabam por ser inevitáveis se queremos o jardim no seu melhor. Claro, que será uma desilusão se nada sobreviver.
Depois, já que ali estava, transplantei a Agapetes ‘Ludgvan Cross’ (AGM), que estava igualmente num mau local, sem qualquer visibilidade. E por fim, mais alguns Bidens ferulifolia do quintal, que é uma planta que além de cobrir o solo, está permanentemente florida. A que se vê muito seca mais à esquerda, sofre com os gatos que fazem lá a cama (também tem um pé de Salsa no meio). Juntei seis baldes de composto, aos pouco o solo vai melhorando.
A pequena árvore vermelha é o Acer japonicum ‘Aconitifolium’, que como dizem no Japão Maiku Jaku, ou “Pavão-dançante”. A Pieris japonica ‘Flaming silver’ está exuberante, mas é uma espécie que tanto dá muito bem como muito mal (morre). A outra Nandina domestica é a ‘Obsessed seika’.

Quintal
Canteiro 3, em primeiro plano ‘Bidens ferulifolia’ que resolveu instalar-se e utilizo para transplantar para o jardim (com muito menos sucesso).

Dia de podar os limoeiros do fundo do quintal e arrancar ervas que nas últimas semanas explodiram no quintal. Deu para limpar os canteiros três e quatro.
Por acaso deu para passar rapidamente no Flor do Norte e comprei Couve-roxa, Couve-lombarda, Repolho e Penca da Póvoa. Também dois vasitos de cebolinho e três com Heuchera ‘San Leuch’.