Etiqueta: agapetes ‘ludgvan cross’

Nandina domestica 'Lemon lime'

Nandina domestica 'Lemon lime'

Nandina domestica 'Lemon lime'
No vaso, Pieris japonica ‘Flaming silver’.

Planeei arrancar umas ervas durante uma hora e no máximo incorporar algum composto neste canteiro, mas depois resolvi transplantar uma Nandina domestica ‘Lemon lime’ já bastante grande. Não gosto mesmo nada de transplantes e as plantas ainda menos, mas a verdade é que acabam por ser inevitáveis se queremos o jardim no seu melhor. Claro, que será uma desilusão se nada sobreviver.
Depois, já que ali estava, transplantei a Agapetes ‘Ludgvan Cross’ (AGM), que estava igualmente num mau local, sem qualquer visibilidade. E por fim, mais alguns Bidens ferulifolia do quintal, que é uma planta que além de cobrir o solo, está permanentemente florida. A que se vê muito seca mais à esquerda, sofre com os gatos que fazem lá a cama (também tem um pé de Salsa no meio). Juntei seis baldes de composto, aos pouco o solo vai melhorando.
A pequena árvore vermelha é o Acer japonicum ‘Aconitifolium’, que como dizem no Japão Maiku Jaku, ou “Pavão-dançante”. A Pieris japonica ‘Flaming silver’ está exuberante, mas é uma espécie que tanto dá muito bem como muito mal (morre). A outra Nandina domestica é a ‘Obsessed seika’.

Plantei mais nove Eremurus ‘Cleopatra’ — é a planta que mais me desperta curiosidade para a Primavera, os bolbos parecem de outro planeta. Para alguns, tive que retirar três Gerânios-da-madeira que também atrapalhavam bastante o automóvel (estavam enormes, não deu para transplantar, são muito frágeis). No canteiro da porta lateral perto dos Eremurus, duas Stipa tenuissima. No Jardim Branco transplantei cinco Hylotelephium spectabile ‘Iceberg’, acho que agora estarão melhor localizados.
Fiz estacaria de uma Alfazema que agora não sei a variedade (8), Teixo (8) e Agapetes ‘Ludgvan Cross’ (AGM) (4).
Há alguma pressão para colocar os bolbos na terra este fim-de-semana, parece que se vai instalar o mau tempo. Mas só Narcissus ‘Thalia’ tenho 300 e hoje ao transplantar os Hylotelephium spectabile deu para perceber que o terreno está extremamente difícil, corrido a raízes.