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Passagem para o Jardim do Lago

A passagem para o Jardim do Lago está agora assim. Precisa de manutenção permanente, senão rapidamente não se passa. Tem quatro sebes de teixo, já bastante desenvolvidas. É uma espécie de vestíbulo que dá acesso a uma zona mais ampla. Claro que o espaço não é enorme, mas mesmo assim o efeito é bastante interessante, com o lago e algumas plantas espantosas.

Acabei de podar os arbustos e também podei as três macieiras. Fico admirado com o Cestrum nocturnum da entrada lateral, já tive de o podar outra vez porque ameaça constantemente tomar conta de tudo. Plantei finalmente o Teixo substituto do que morreu. Amarrei roseiras e a Glicínia, a ver se não se tornam muito selvagens para os vizinhos. Arranquei um balde enorme habitual de ervas, ao chegar a Março, ou se anda em cima das ervas, ou tomarão conta de tudo.
Aproveitei que fiquei com um vaso grande do Teixo e resolvi transplantar o Cedro-do-Líbano que por aqui anda. Reparei ao ler a etiqueta que é fruto de uma semente que semeeei há 10 anos, acho que nem 50cm de altura terá.
Também tirei bastantes fotografias, de repente há imensos motivos de interesse, mas ainda não houve oportunidade para as “revelar”.

Plantei mais nove Eremurus ‘Cleopatra’ — é a planta que mais me desperta curiosidade para a Primavera, os bolbos parecem de outro planeta. Para alguns, tive que retirar três Gerânios-da-madeira que também atrapalhavam bastante o automóvel (estavam enormes, não deu para transplantar, são muito frágeis). No canteiro da porta lateral perto dos Eremurus, duas Stipa tenuissima. No Jardim Branco transplantei cinco Hylotelephium spectabile ‘Iceberg’, acho que agora estarão melhor localizados.
Fiz estacaria de uma Alfazema que agora não sei a variedade (8), Teixo (8) e Agapetes ‘Ludgvan Cross’ (AGM) (4).
Há alguma pressão para colocar os bolbos na terra este fim-de-semana, parece que se vai instalar o mau tempo. Mas só Narcissus ‘Thalia’ tenho 300 e hoje ao transplantar os Hylotelephium spectabile deu para perceber que o terreno está extremamente difícil, corrido a raízes.

Removi um Teixo morto e o Acer shirasawanum ‘Aureum’ que já só tinha um ramo vivo, esteticamente estava liquidado. Este último foi uma perda grave. O Teixo vai ser substituído por outro.

Plantei o último Teixo das sebes. Em frente à porta lateral uma Protea cynaroides ‘Madiba’. Junto ao portão de entrada uma Magnolia sieboldii. Demorei imenso tempo porque a terra está dura e pesada, e todas estas plantas estavam em vasos muito grandes o que me obrigou a fazer covas enormes. Já para não falar no que é pegar nos vasos, super-pesados e com a terra toda molhada, ainda mais.