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Alecrim-do-norte, Diosma ericoides

O Alecrim-do-Norte, Diosma ericoides, é um cheirinho da minha infância.

Toona sinensis
Toona sinensis ‘Flamingo’
Cercidiphylum japonicum
Cercidiphylum japonicum.

Pensei plantar três pés de Courgette ‘Defender’ e pouco mais. Não havia nenhum local propriamente pronto e então resolvi revirar uma faixa de terreno, juntando composto e arrancando ervas. Entretanto, na Camomila vi duas joaninhas… seria bom ter mais uma fileira para atrair mais. Revirei outra faixa de terreno e plantei 11 pés de Camomila-dos-alemães. Enquanto isso reparei num gato em modo de caça, fui ver e era outra Borboleta Cauda-de-andorinha.
Depois fui para o Jardim Branco para plantar os três Alecrins. Os dois primeiros foi fácil e ainda retirei dois Buxos para vasos. O terceiro, obrigou a arrancar imensas ervas, uma a uma, incluindo umas bolbosas que dão umas flores brancas mas invadem tudo. Ao arrancar, em volta do bolbo principal há sempre dezenas de micro-bolbos que se soltam, é um pesadelo.
No Jardim do Lago a Toona sinensis ‘Flamingo’ está agora quase branca e o Cercidiphylum japonicum a crescer super bonito.

Quintal

Quintal

No Flor do Norte comprei mais três Alecrim-do-norte (Diosma ericoides), dois Echium candicans e duas Stipa tenuissima que me faltavam.
Quando cheguei, começou a chover, mas plantei 150 bolbos de Allium moly e muitos já não me pareceram viáveis, demorei demasiado tempo. Acho que ainda tenho mais 150. Depois fui para o quintal e cavei o canteiro onde está a banheira com os nenúfares, demorei uns 15 minutos. Não sei se os ingleses ficam encharcados quando estão no jardim quer faça chuva ou faça Sol, eu fiquei.