Dia de chuva, visto da sala. Nunca mais crescem as árvores para eu deixar de ver as aberrações arquitectónicas pós-25 de Abril.
Dia de chuva, visto da sala. Nunca mais crescem as árvores para eu deixar de ver as aberrações arquitectónicas pós-25 de Abril.
Hoje andei principalmente nas sementeiras. As malaguetas coloquei na cozinha, contra a vontade da entidade responsável, suponho. A alternativa é não ter nada como o ano passado.
Semeei o seguinte:
O Alecrim-do-Norte, Diosma ericoides, é um cheirinho da minha infância.

No canto inferior esquerdo está um pouco de uma folha das que o gato Ponyo tem arruinado.
Hoje acabei de cortar as flores esgotadas no Jardim Branco, algo mais fácil de dizer do que fazer porque foram seguramente umas 400 flores.
Depois plantei a Salvia microphylla no quintal, junto ao Kiwi-berry.
Entretanto já descobri o que me anda a arruinar os Nenúfares e todas as plantas do lago. Ainda desconfiei de gaivotas e sei lá que mais, mas afinal é o gato Ponyo. Tem o nome do filme de Hayao Miyazaki “Ponyo à Beira-mar” e é adequado. Vai para dentro dos vasos a uns 20cm de profundidade e anda para lá da vaso em vaso a estragar tudo. Os irmãos eram iguais, o Riscas andava sempre à minha volta quando eu regava e não podia ver uma poça que não fosse lá para dentro; o Dolfie dormia com as patas da frente dentro do lago. Amanhã vou retirar a rede do lago a ver se dificulto a manobra de saltar lá para dentro (a rede era para dificultar isso e evitar caçarem peixes).

Heuchera ‘Lime marmalade’.
No Jardim do Lago há uma zona que além de ter a sombra da parede norte da casa, está a ficar extremamente escura devido ao crescimento das próprias plantas. Aí, plantei o ano passado os primeiro fetos. Mas três Heuchera ‘Lime marmalade’, iluminam o canteiro.