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Nenúfar
Floriu o primeiro Nenúfar do ano.

À entrada do Jardim do Lago plantei uns oito Gerânios-da-madeira que nasceram espontaneamente no quintal (nascem por todo lado, na verdade).
Replantei algum feijão e ervilha que já tinham sido devorados. Além das habituais lesmas e dos detestados caracóis, tenho alguns problemas com uma lagartas (que o meu avô chamava roscas), que cortam as pequenas plântulas pela base — uma lógica que nem para elas é boa.
Nos canteiros 1 e 3, plantei Curgetes ‘Ronda di Nisa’, que já não me lembro quando semeei, mas julgo que terá sido dia 12 deste mês.
Também transplantei os girassóis ‘Herbstschönheit’, cinco ao lado da garagem, do outro lado seis, em frente oito e 12 em frente da porta lateral. Do outro lado dessa porta, os últimos oito.

Nenúfar
Primeiro Nenúfar. Vê-se as folhas danificadas pelo gato Ponyo, como ele chega a estas folhas no meio do lago ainda não percebi muito bem.

Hoje resolvi mudar de sítio o Acer palmatum dissectum ‘Emerald lace’, que peso de vaso… o filho ajudou. Removi o primeiro Gerânio-da-Madeira com flores já esgotadas, este ano não vou deixar todos chegar às sementes.
Entretanto, já estão a florir as Dedaleiras, Digitalis purpurea, gostava de ter brancas, mas não me posso queixar, estas apareceram por aqui do nada, o ano passado. Também há um Nenúfar florido no lago. E todas as roseiras estão não só floridas, como espantosas (falta a Ghislaine de Féligonde, mas essa é uma carta fora do baralho).
No quintal a batata está magnífica… se fosse pela ramagem, as semeadas inteiras ganham largamente às que foram cortadas. Mas no geral, estão todas óptimas.
No negativo, não instalei os arames para as framboesas. E caracóis e lesmas são aos milhões.

Nenúfar
No canto inferior esquerdo está um pouco de uma folha das que o gato Ponyo tem arruinado.

Hoje acabei de cortar as flores esgotadas no Jardim Branco, algo mais fácil de dizer do que fazer porque foram seguramente umas 400 flores.
Depois plantei a Salvia microphylla no quintal, junto ao Kiwi-berry.
Entretanto já descobri o que me anda a arruinar os Nenúfares e todas as plantas do lago. Ainda desconfiei de gaivotas e sei lá que mais, mas afinal é o gato Ponyo. Tem o nome do filme de Hayao Miyazaki “Ponyo à Beira-mar” e é adequado. Vai para dentro dos vasos a uns 20cm de profundidade e anda para lá da vaso em vaso a estragar tudo. Os irmãos eram iguais, o Riscas andava sempre à minha volta quando eu regava e não podia ver uma poça que não fosse lá para dentro; o Dolfie dormia com as patas da frente dentro do lago. Amanhã vou retirar a rede do lago a ver se dificulto a manobra de saltar lá para dentro (a rede era para dificultar isso e evitar caçarem peixes).

Lago

Transplantei o último Nenúfar (para já) da banheira para o lago. De um balseiro que tinha com água também transplantei Iris pseudoacorus e Acorus gramineus ‘Ogon’. Substituí as plantas que retirei do lago dos cágados por exemplares menores.
Limpei cerca de duas dezenas de vasos que já não tinham plantas. Podei (cortei) bastante os tomateiros que mais uma vez são a mais completa bandalheira. Estou farto deste sistema de não estacar e amarrar convenientemente tomates, framboesas e em geral, tudo. Para a próxima época vou melhorar isto de forma radical.
Estive a arrumar e a varrer junto dos compostores. O primeiro compostor continua com dificuldades para absorver tudo o que lá coloco. Por falar nisso, tenho mais um grande monte para triturar.
No jardim da antiga casa, experimentei o líquido do Bokashi puro, como herbicida. Até agora nada a assinalar, a não ser que as folhas ficam cobertas por uma matéria gordurosa de cheiro peculiar e não muito agradável.