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Sementes de Wilhelma

Publicado em 20 de Agosto de 2026

Sequóia gigante,

Hohenstaufenstraße 3, em Stuttgart-Süd, no bairro da Karlshöhe.

Em 1864 o rei Guilherme I de Württemberg mandou vir meio quilo de sementes da Califórnia. Semearam-nas na Wilhelma em 1865, e dos cem mil grãos nasceram seis a oito mil plantas, que foram distribuídas e plantadas por todo o reino, desde o norte de Württemberg até ao lago de Constança.

Em Estugarda restam cerca de cem, muitas com mais de 150 anos — e a lista dos sítios inclui, textualmente, «ao pé da Karlshöhe». É quase de certeza esta.

Outras estão na Berliner Platz junto à Liederhalle, no Schloss Rosenstein, no Bopser, na Alte Weinsteige e na Lenzhalde. Só no parque de Wernhalde, por baixo da Neue Weinsteige, há quarenta e quatro.

A maior de todas as da Wilhelma não está aqui: fica no Auenwald, perto de Backnang, com mais de 57 metros é a maior sequoia-gigante da Alemanha.

Rega das árvores

Publicado em 21 de Junho de 2015

Há pessoas que não sabem, diz o senhor N. Audran, no “Lyon Horticole”, que a água que é necessária para a alimentação das plantas é principalmente tirada do solo pelas radículas, isto é, pelas raízes mais novas. Se estas pessoas conhecessem esta simples particularidade da vida vegetal, com certeza quando regassem uma árvore não lançariam a água directamente no pé, salvo no caso que este tivesse as raízes aprumadas.
Geralmente, quando se rega, faz-se uma pequena caldeira perto do pé da árvore e ali se lança a água, exactamente no sítio onde ela é menos útil. Má prática.
Para se regar uma árvore, deve-se fazer a caldeira a distância do tronco e regar aí. Quanto mais grossa for a árvore, tanto mais afastada deve estar a caldeira do seu centro.

Jornal Horticolo-Agricola, Junho de 1906