Etiqueta: ginkgo biloba

Terriço de folhas

Terriço de Folhas

Fui à gaiola do terriço de folhas ver em que estado estava e se havia algo utilizável imediatamente. E há, imenso. Está óptimo, mesmo fofo e leve.
A minha ideia é cobrir o solo junto de várias culturas — abóboras, curgetes, etc, antes que venha o calor. Deu para peneirar uns baldes e já espalhei no quintal com vários centímetros de altura. Amanhã continuo.
Cortei uns ramos da Ginkgo biloba da vizinha e mais uma série de coisas do meu lado e triturei tudo.
Transplantei bastantes Beringelas para pequenos vasos. É uma fase intermédia que queria evitar, mas vou tentar colocar no quintal mais desenvolvidas, senão as perdas são enormes, estamos com mínimas nocturnas de 11ºC, é muito baixo.
Numa nota bastante negativa, descobri morto o cágado que julguei ter fugido. Já tinha falado dos três cágados. Não sei o que aconteceu, terá chegado a sua hora, porque em estado selvagem não vivem mais de 50 anos e estes já têm mais de 60. Pelo menos sei que não morreu sei lá onde — às vezes pensava nisso. Mas é triste.

Alecrim, Rosmarinus officinalis ‘Sissinghurst Blue’
Alecrim, Rosmarinus officinalis ‘Sissinghurst Blue’.

Alecrim, Rosmarinus officinalis ‘Sissinghurst Blue’

Continuei a limpeza e arrumação junto dos compostores, além de varrer o pátio e lavar vasos. Também arrumei parte do balcão de envasar… é como arrumar a secretária antes de começar a trabalhar, tipicamente já tarde. Mas está como eu gosto, ou seja, melhor que o que estava.
Transplantei dois Ginkgo biloba para vasos maiores. Também transplantei uma Salvia officinalis ‘Purpurea’ de um vaso, para outro. O único Alecrim, Rosmarinus officinalis ‘Sissinghurst Blue’ que sobreviveu dos cortes de Agosto do ano passado está super lindo e coloquei num dos vasos mais bonitos que por aqui andam.
Podei mais uma vez o Acer palmatum ‘Sango-kaku’, apenas uns ramos que nascem no topo sem grande sentido (ainda não acabei). Também o Cercidiphylum japonicum — tentei subir um pouco a copa, o que, quando é inevitável, prefiro enquanto as árvores são jovens, porque as cicatrizes desaparecem com os anos.
Entretanto, a Salsa que semeei há pouco foi devorada. Nem percebi quais foram os culpados, habitualmente são umas pequenas lagartas de borboleta (pequenas no início, depois de uma planta inteira, ficam grandes. Não há nada como a realidade, não vá instalar-se algum sentimento positivo.