Etiqueta: lemon lime

Echium candicans
Echium candicans, já se vê a razão do nome “candicans”.

Arranquei mais uma quantidade inaudita de ervas. Também removi quase todas as acelgas ‘Bright lights’ restantes, porque não só já estavam esteticamente nulas como produziam poucas folhas comestíveis (que ofereço, porque aqui ninguém gosta).
Transplantei as duas Nandina domestica ‘Lemon lime’ no Jardim do Lago, porque o Echium candicans cresceu tanto que ficaram por baixo dele. Também transplantei uma série de Ophiopogon planiscapus ‘Nigrescens’ para um novo local.
Fui ao Lidl comprar pão, acabei por comprar uma série de sementes…

Pieris japonica ‘Forest flame’
Nandina domestica ‘Lemon lime’ e Pieris japonica ‘Forest flame’.

Pieris japonica ‘Forest flame’

Plantei mais 10 pés de Ophiopogon planiscapus ‘Nigrescens’ (AGM), totalizando 62. De Ofiopogão-do-Japão (Ophiopogon japonicus) plantei mais 66 pés, no total 195. Entretanto começou a chover e não deu para fazer mais nada. A Pieris japonica ‘Forest flame’ está agora cheia de flores, mas olhando mais perto, já se vêem as folhas vermelhas que lhe dão o nome. Vai ficar magnífica com o contraste das Nandinas ‘Lemon lime’. Mesmo bonito isto.

Hoje tinha planeado plantar uns 200 pés de Ofiopogão-do-Japão…, o monte de terra ainda por peneirar, o entulho que sobra no pátio e a chuva anunciada, fizeram-me mudar de ideias. Então resolvi peneirar a última terra que necessito, misturando com Siro Turfa (gastei sete sacos de 80l). Sobrou alguma que deixei num monte e sobrou outro tanto por peneirar que deixei noutro monte.
Plantei a segunda Nandina domestica ‘Lemon lime’ e uma ‘Obsessed seika’, ambas junto ao Pieris japonica ‘Forest flame’. Que foi a parte fácil, apesar de ter aberto grandes buracos com picareta e substituído a terra pela mistura com Siro Turfa. Difícil foi plantar um Acer japonicum ‘Aconitifolium’, num grande vaso há mais de 10 anos. Mais uma cova enorme, a pá e picareta, mais terra peneirada, mas para tirá-lo do vaso foi super complicado. Fui encharcando a terra e à terceira tentativa lá saiu, com outra pessoa a segurar no vaso. Para pegar na pequena árvore, mesmo sem vaso, também foi complicado, lá consegui, com a roupa encardida. Mas vale a pena porque é um Ácer espectacular, conhecido no Japão por Maiku Jaku, ou “Pavão-dançante”.

Acer japonicum ‘Aconitifolium’
Acer japonicum ‘Aconitifolium’ já fora do vaso.
Plantação do Acer japonicum.
Dentro do buraco tem micorrizas.

Depois enchi os sete sacos de Siro Turfa de entulho e lavei o pátio minimamente — para ficar bem terá de ser à pressão. Calculo que antes de resolver fazer a cobertura ajardinada, ainda tenho mais um dia como este, fisicamente extenuante. Depois julgo eu, será mais jardinagem e menos “landscaping” como dizem os ingleses. No geral estou satisfeito com a qualidade do solo e com o que fiz neste tempo todo, ao peneirar, misturar toneladas de areia, composto e substratos comerciais. Julgo que este trabalho inicial é fundamental para prevenir problemas futuros. Onde talvez tenha falhado foi em melhorar a drenagem em alguns canteiros, mas as chuvas deste ano estão um pouco fora do normal.

Rosa Étoile de Hollande
Rosa ‘Étoile de Hollande’ (David Austin Roses).

Resolvi voltar a plantar a Grevillia rhyolitica de ontem, desta vez juntando um saco de substrato próprio para Proteas, porque é da mesma família (Proteaceae). Além disso plantei um Pieris japonica ‘Forest flame’ num local proeminente — vê-se do portão a 20 metros, ao centro. Também uma das Nandina domestica ‘Lemon lime’.
Por fim a roseira de David Austin ‘Étoile de Hollande’, que é a mais decrépita que aqui anda. Descobri pelo menos parte da razão, três larvas (pode haver mais) de Escaravelho-de-junho, Amphimallon sostitialis, a devorar as raízes.