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Cobertura Ajardinada
Tudo somado, acho que o composto disponível não chegará sequer à caixa que está à direita.

Tenho tanto composto e terriço de folhas que resolvi finalmente (e já tinha dito, nunca esta palavra foi tão bem utilizada) começar a encher o terraço de terra. E comecei. Na verdade não dará para muito, a este ritmo (de fabricar a minha própria terra), posso demorar oito ou 10 anos, mas tenho tempo para onde vou. Além disso, a verdade é que cada vez produzo mais composto, portanto o mais certo é ser bastante menos tempo.
Vou instalar uma rega automática provisória, mesmo sabendo que o provisório tem uma espantosa capacidade de se tornar definitivo. O maior problema são os gatos. Cobri a terra com uma manta geotêxtil anti-daninhas, já a romperam. Perdi a conta aos baldes que levei para cima — hoje foram 10, ontem 20, mas são seguramente mais de 50. É difícil calcular quantos terei mais e a partir daqui vai demorar um pouco, porque tenho de peneirar tanto o terriço de folhas, como o composto, já acabou o que tinha já pronto.
E entretanto, comecei uma nova pilha no segundo compostor onde também instalei uma rede no centro para o ar circular.
Choveu tanto e de repente os vasos têm de ser regados todos os dias — há uma semana que noto isso —, é bom não esquecer.

Foi dia de manutenção básica, que huh… basicamente… é cortar, cortar, cortar, arrancar, amarrar… enfim, o habitual. E triturar. O triturador está imprestável, já tenho lâminas novas, mas tipicamente no meio de tanta ferramenta não tenho o que preciso. Mesmo assim, triturei montes porque era tudo fresco e mole.
Não vale muito a pena estarmos à espera de chuva, é preciso regar, porque tudo seca rapidamente.

O tempo está extremamente seco, mas como é Inverno, há a tendência para esquecer a rega. Acho que deixei secar duas plantas que tinha em vaso e em local de passagem. Chateia-me isso.

Há quatro ou cinco tarefas que me consomem imenso tempo e que deviam de alguma forma consumir menos.
Vigiar caracóis e lesmas, que deviam ser menos, mas que são cada vez mais. Numa noite posso perder imensas plantas (correntemente o brócolo).
Arrancar ervas, que deviam ser menos e julgo que estão a ser menos, mas não posso descansar, senão rapidamente volta ao mesmo. Também há o problema de o próprio composto ser uma fonte de daninhas e uma das piores são tomateiros que nascem em todo o lado onde coloco composto.
Podar no sentido de controlar. Quero ter as plantas que tenho, que são muitas, não tenho solução. O primeiro compostor está constantemente a transbordar.
Regar no Verão, principalmente os vasos. Tenho de reduzir drasticamente o número de vasos e começar a implementar os planos da rega automática (que na verdade não está para breve).
Há mais uma coisa que é estacar e amarrar as plantas principalmente no quintal… Deixo sempre para o fim e muitas vezes já é tarde. Este ano está marginalmente melhor, mas tenho que resolver o problema das estacas, que são escassas.
A falta de tempo para o resto faz com que o quintal não esteja a correr como desejaria. Precisava de ter mais sementeiras, plantações e colheita em sucessão. Mas não tenho.

Regar sementeira em vaso

Regar

Quando se faz uma sementeira em vaso, especialmente de sementes pequenas, a terra deve ser preferencialmente regada previamente. Há quem regue depois e não há apenas uma forma certa, mas eu passei a regar desta forma depois de ver Geoff Hamilton (Wikipedia) a fazer o mesmo no programa televisivo Gardener’s World.
Por exemplo, com sementes como da Dedaleira, Digitalis purpurea, que não são cobertas, regar irá arrastar as sementes todas para um lado. Nestes casos, até à germinação deve-se manter a terra húmida com um pulverizador suave.